Programa do PT quer taxar bancos para diminuir o spread bancário

O PT está em fase de elaboração do seu programa de governo e algumas ideias já começam a ser levadas a público.

Fernando Haddad está participando ativamente do plano, uma vez que é o candidato direto à Presidência da República após Lula, que deve ser barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral por se enquadrar como ficha suja.

São três os pontos essenciais:

  • Reforma tributária progressiva
  • Reduzir o spread bancário
  • Retomada das obras públicas

Tudo isso tem o objetivo de colocar mais dinheiro nas mãos das classes menos favorecidas.

Em relação à reforma tributária, o PT abandonou a ideia de taxar grandes fortunas. Esta foi uma bandeira sempre levantada pelo partido, mas que nunca foi posta em prática mesmo depois de 14 anos de governo.

Constam neste item imposto progressivo sobre herança e isenção do IR às pessoas que ganham até 5 salários mínimos (em torno de R$4.700,00), além da criação gradual de um IVA, substituindo vários impostos como PIS, COFINS, CSLL e ICMS.

O segundo ponto – reduzir o spread bancário – é tratado também com taxação. Segundo Haddad, bancos que não diminuírem seus spreads serão taxados progressivamente, de modo que sejam incentivados a fazê-lo no futuro.

Essa ideia tem como finalidade baixar o custo do dinheiro para todas as empresas, mudando a estratégia em relação ao que o PT fez nos seus anos de governo, subisidiando apenas aquelas empresas conhecidas como campeãs nacionais.

Finalmente, sobre a retomada das obras públicas, Haddad acredita que elas são essenciais para colocar a economia nos trilhos novamente. As PPPs, os investimentos federais e o programa Minha Casa Minha Vida são vistos como essenciais para reaquecer a atividade econômica.

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